Arte Bruta: Transgredindo Fronteiras. Coleção Treger/Saint Silvestre
31 maio 2014 — 31 maio 2016
Curadoria: Christian Berst

Arte Bruta: Transgredindo Fronteiras. Coleção Treger/Saint Silvestre apresenta cerca de trezentas obras de artistas que, segundo Christian Berst, curador da exposição, “transgridem as normas da arte estabelecida, sem preocupações de difusão ou comerciais e, na maior parte das vezes, escondem-se para criar”. Para o curador, estes artistas “criam como respiram, construindo um mundo sem medida, como se se quisessem re-ligar ao universo para testemunhar o mistério da vida terrestre.”
Assim, a Arte Bruta “tornou-se, no começo do século XXI, a vertente mais vivificante da arte, desregulando as bússolas, ensinando-nos a fugir dos dogmatismos e forçando-nos mesmo a uma revolução corajosa, mas saudável: reescrever a História da Arte”. [Christian Berst]

Artistas: A.C.M., Adolf Wölfli, Albert Moser, Alexandre Lobanov, Alexandro García, Alexis Lippstreu, André Robillard, Anna Zemánková, Artur Moreira, Augustin Lesage, Aurel Iselstöger, Carlo Stella, Carlo Zinelli, Charles Steffen, Davood Koochaki, Didier Amblard, Donald Mitchell, Dusan Kusmic, Dwight Mackintosh, Edmund Monsiel, Ergasto Monichon, Éric Benetto, Eugene von Bruenchenhein, Evaristo Rodrigues, Fleury-Joseph Crépin, Foma Jaremtschuk, Friedrich Schröder-Sonnenstern, Gaston Mouly, George Widener, Gianni Antonelli, Giovanni Abrignani, Giovanni Battista Podesta, Giovanni Bosco, Guo Fengyi, Guy Brunet, Han Yi, Harald Stoffers, Henry Darger, Henry Speller, Horst Ademeit, James Deeds, Janko Domsic, Jean Perdrizet, Joachim Gironella, Johann Hauser, John Devlin, José Johann Seinen, Josef Hofer, Josef Wittlich, Karl Hans Janke, Karl Vondal, Kashinath Chawan, Leos Wertheimer, Lubioš Plný, Madge Gill, Marco Berlanda, Marco Raugei, Margarethe Held, Marilena Pelosi, Martin Erhard, Miroslav Tichý, Mose Tolliver, Óscar Morales, Oskar Voll, Pascal Tassini, Pépé Vignes (Josef Vignes), Peter Kapeller, Pierre Petit et Raymonde, Raimundo Camilo, Raphaël Leonardini, Raphaël Lonné, Roy Wenzel, Royal Robertson, Scottie Wilson, Sebastian Ferreira, Simone le Carré-Gallimard, Théo (Théodore Wagemann), Vasilij Romanenkov, Wabé (Véronique Achard) e Zbynek Semerak.

Christian Berst, galerista, é também colecionador, curador e teórico. No início da década de 90, especializou-se no domínio da arte bruta contemporânea e abriu a sua primeira galeria chamada “Objet Trouvé” em Paris. Enquanto especialista no domínio da arte bruta, Christian Berst trabalha com vários museus. Assim, em 2012, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva (Lisboa) confiou-lhe “Arte Bruta – terra incógnita, Coleção Treger/Saint-Silvestre”. Em 2017, é responsável por “Brut Now: art brut in technological era”, uma exposição de referência na história de arte, sendo que é a primeira a considerar e a apresentar a arte digital como um possível campo dentro da Arte Bruta.

Vista de exposição

Vista de exposição

Catálogo da exposição
220 x 220 mm
296 pp
Bilíngue POR/ENG
Design: Elisa Berst
Depósito Legal: 375363/14

€ 19.50